Fico de olhos abertos durante os relâmpagos, carregadores dos momentos da vida na verticalidade de vésperas das noites feitas de tardes, trovoadas, chuvas, fenômenos dos sintomas da solidão.
Amanhã serei outra noite nas páginas do tempo, nos olhos do sentinela. Hoje mantenho a identidade desperta. Prevaleço-me nas fotos das reconstituições, nas impressões dos gestos, nos enfoques das paisagens relativas ao longe e ao perto do absoluto.
Sombras vencem horários ao acompanhar trajetos noturnos que perduram nos barulhos das chuvas que, verdadeiramente, não existem nas maneiras de fotografar o trem que passa na colina dos mugidos dos bois e de imaginar pedras amanhecidas no telhado do céu.







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